Instituto Odeon celebra 1 ano à frente do Theatro Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em 3 de outubro de 2018


Mais de 232 mil pessoas prestigiaram a programação desenvolvida pelo Núcleo Artístico neste período

O Instituto Odeon, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Theatro Municipal, celebra um ano à frente da gestão do complexo Theatro Municipal de São Paulo. O início, em setembro do ano passado, foi marcado pelo entendimento da situação do Theatro, diagnóstico e novas definições, com uma programação extensa e diversa que, em nenhum momento, deixou de ser executada e entregue com qualidade à população de São Paulo. Ainda no final de 2017 foi desenvolvido todo o planejamento de óperas, concertos e apresentações do balé para 2018, culminando com o lançamento da Temporada em apenas dois meses de gestão.

“Foi um ano de escuta e entendimento da missão e visão do Municipal para que fossem constituídos os projetos. Entregamos um planejamento estratégico que está em processo de validação junto à Fundação Theatro Municipal de São Paulo, além de ações como a implementação das catracas de acesso, o monitoramento totalmente digitalizado, adequação do prédio as normas de segurança prediais e do trabalho, além de uma programação sistemática que agrade a todos os públicos”, afirma o diretor presidente do Instituto Odeon Carlos Gradim.

Neste primeiro ano foram executados 5 títulos de óperas (34 récitas), 22 concertos da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (OSM) (61 apresentações), 13 concertos da Orquestra Experimental de Repertório (OER) (22 apresentações), 17 concertos do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, 35 apresentações do Coral Paulistano e 5 temporadas do Balé da Cidade de São Paulo (38 apresentações). Mais de 232 mil pessoas prestigiaram a programação desenvolvida pelo Núcleo Artístico, com 236 dias de ações para o público.

As negociações de contratos de permutas e parcerias foram intensas neste período, resultando em mais de R$ 4,6 milhões, o que possibilitou, dentre outras coisas, a redução de despesas de custeio e programação, mais alcance / visibilidade na mídia, e a reforma da sala dos músicos (ainda em andamento). Foram captados R$ 3,7 milhões em patrocínios e mais de R$ 630 mil foram negociados em locações de espaços.

Atualmente está em fase de validação, junto à Fundação Theatro Municipal de São Paulo, o planejamento estratégico e alguns planos específicos, como o de cargos e salários e de comunicação.

A conservação e a preservação do prédio histórico também foi um dos grandes desafios deste primeiro ano. Por exemplo, os instrumentos da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, que não passavam por manutenção há muito tempo, foram cuidados no primeiro ano de gestão do Instituto: Regulagem das harpas, incluindo a compra de novas cordas, manutenção, regulagem dos tímpanos, além da troca das peles, troca da pele do bombo sinfônico e aquisição de suportes para caixa e pratos suspensos. Ainda estão previstos a reforma do Glockenspiel, Vibrafone, suporte de caixa clara, troca das peles das caixas claras, manutenção e revisão dos cases de instrumentos. Os bancos e cadeiras de toda a OSM também estão sendo trocados, o que ajudará no dia a dia dos músicos de forma muito positiva.

Para garantir a segurança/preservação do edifício, o Instituto Odeon realiza esforços constantes. Hoje o Municipal conta com dois postos de bombeiros civis 24 horas por dia e um terceiro durante os espetáculos e eventos, extintores válidos com substituição programada, hidrantes operantes, rede de sprinklers pressurizada, mais de 20% da equipe de colaboradores compõe a brigada voluntária, além de avisos sonoros no início do espetáculo para o público a respeito das condições de segurança do prédio. Uma empresa especializada em serviços de engenharia e/ou arquitetura foi selecionada para consultoria de revisão do projeto de Auto de Vistoria de Corpo de Bombeiro-AVCB.

O Instituto Odeon também é pioneiro no uso da ferramenta NPS (Net Promoter Score) nos equipamentos que gere. Basicamente a ferramenta pergunta “de 0 a 10 o quanto você indicaria o Theatro Municipal aos seus amigos e parentes?” Enviamos esta pergunta por e-mail, sempre ao final das apresentações, aos visitantes que adquirem seus ingressos pela internet. A taxa de resposta é de 44% e o NPS relacionado aos corpos artísticos é:

 

Nota NPS

Balé da Cidade de São Paulo: 74
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo: 77

Coral Paulistano: 83
Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo: 88
Coro Lírico: 80

Orquestra Experimental de Repertório: 89

Nas redes sociais já somos mais de 205 mil seguidores com posts de alto alcance e engajamento. São mais de 3 milhões de visualizações de página no site e 700 mil novos visitantes. Produção audiovisual significativa, com teasers para mídias sociais e cobertura de todos os eventos que ocorrem na Sala de Espetáculos e em outros espaços. Implantação do Escuta Municipal com mais de 900 questões respondidas ao público. Desenvolvimento de estratégia de branding e novo site, em fase de aprovação junto à FTM, bem como criação do programa Amigos do Municipal, também em fase de validação.

O Instituto Odeon assinou junto à Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo o termo de colaboração em 1° de setembro de 2017. A Instituição venceu um processo de concorrência para a escolha da organização social que seria responsável pela gestão do complexo Theatro Municipal de São Paulo.

Com mais de 20 anos de atuação na área da cultura, o Instituto também se destaca pela gestão do Museu de Arte do Rio – MAR, no Rio de Janeiro, além de consultorias ao Governo do Pernambuco e Prefeitura de Porto Alegre, produção de espetáculos de teatro e idealização e gestão de diversos projetos socioculturais.

ENATS – Encontro Nacional do Terceiro Setor em Belo Horizonte

De Instituto Odeon em 19 de junho de 2018


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Nos dias 18 e 19/6, o Cine Theatro Brasil Vallourec, no Centro de BH, sediará a 14ª edição do Encontro Nacional do Terceiro Setor (ENATS). Realizado pelo Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS), o evento tem por objetivo central promover articulações para o desenvolvimento de parcerias para a execução de projetos sociais, bem como construir soluções entre os três setores para questões socioambientais.
Com 13 edições já realizadas, o ENATS reúne poder público, iniciativa privada, entidades do terceiro setor e fóruns e redes da sociedade civil buscando estreitar relações e fomentar o acesso de investidores com o setor social.
Carlos Gradim, Diretor-Presidente do Instituto Odeon, estará presente no 14º Encontro Nacional do Terceiro Setor. Ele é integrante do Painel 2, que acontece no dia 19 de junho e discutirá o tema “Modelos de parcerias com organizações sociais”.
Para se inscrever e ter acesso a programação completa, veja mais no site: http://enats.org.br/
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Seminário “A Organização Social da próxima década”

De Instituto Odeon em 22 de maio de 2018


O Instituto Odeon, através do Diretor Presidente Carlos Gradim, foi convidado para integrar o Seminário “A Organização Social da próxima década”.

O evento ocorre hoje, no dia 22 de Maio, das 9 horas às 13 horas e acontecerá do SESC Paulista. Neste encontro, estarão reunidos representantes do Estado nas suas três esferas (Federal, Estado e Município), gestores e dirigentes com experiência na gestão das OSs, artistas que realizam os programas artísticos e profissionais de destaque que militam na área da cultura e da preservação do patrimônio material e imaterial, debatendo questões de interesse comum, em busca de soluções que possibilitem o aprimoramento do modelo de gestão e preparem o cenário para a OS da próxima década.
O evento é uma realização do Levisky Cultura com o Cesnik, Quintino e Salinas Advogados.

O Rio do SAMBA: resistência e reinvenção

De Instituto Odeon em 27 de abril de 2018


O RIO DO SAMBA: resistência e reinvenção

A mostra de longa duração vai ocupar o museu por um ano, dos pilotis à Sala de Encontro, e terá como espaço principal o terceiro andar da instituição, área dedicada a investigar a história do Rio de Janeiro. Para explorar os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos, os curadores Nei Lopes, Evandro Salles, Clarissa Diniz e Marcelo Campos reuniram cerca de 800 itens.

A história do samba carioca desde o século XIX até os dias de hoje será contada através de obras de Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Helio Oiticica, e uma instalação de Carlos Vergara desenvolvida com restos de fantasias. O prato de porcelana tocado por João da Baiana e joias originais de Carmem Miranda são algumas das raridades em exibição.

Haverá ainda cinco obras comissionadas pelo MAR, criadas especialmente para “O Rio do Samba”. A convite dos curadores, Ernesto Neto e o carnavalesco da Mangueira, Leandro Vieira, criaram uma instalação interativa, que terá lugar de destaque na Sala de Encontro. Jaime Lauriano fará uma intervenção logo na entrada do museu, gravando nas pedras portuguesas do chão dos pilotis os nomes das etnias africanas escravizadas no Brasil. A passarela que leva o visitante à sala de exposições será tomada por letras de música que falam sobre o próprio samba e ambientada por uma peça sonora criada pelo músico Djalma Corrêa, inspirada na batida do coração. Gustavo Speridião ocupará uma parede com uma obra inspirada na geografia do samba no Rio e João Vargas apresentará uma videoinstalação sobre o samba enquanto dança do corpo individual e coletivo.

Da herança africana ao Rio negro

A mostra é dividida em três momentos. O primeiro, “Da herança africana ao Rio negro”, apresenta a trajetória de indivíduos oriundos, em razão da escravidão, de diversas nações africanas ao Brasil e que trazem consigo uma a diversidade cultural que será reinventada no território da então colônia portuguesa. Na zona portuária da cidade, onde estão os terreiros e as casas das tias, que terão papel central no

surgimento do samba carioca. Ainda hoje algumas personagens locais representam essa forte cultura do matriarcado. Para homenagear essas mulheres, tia Lúcia – moradora da região e integrante do programa Vizinhos do MAR – verá suas obras na exposição.

Aqui o visitante poderá conhecer objetos usados pelos negros na lavoura, como o pão de açúcar – utilizado para carregar o produto e que, por seu formato, deu origem ao nome do famoso ponto turístico da cidade. Também entram em cena as festas rurais e religiosas: ao mesmo tempo que os instrumentos do candomblé se confundem com os do samba, manifestações como jongo e congada são encenadas em festejos como a Folia de Reis.

Da Praça XI às zonas de contato 

Com o aumento da população, o centro da cidade começou a ter um alto custo de moradia. Iniciou-se, então, o movimento de expansão para os subúrbios. O núcleo “Da Praça XI às zonas de contato” trata dos aspectos que levaram à marginalização dos sambistas; do desenvolvimento da linha férrea que deu origem à Estação Primeira de Mangueira; da criação do samba moderno no Estácio; da entrada do ritmo nos programas da Rádio Nacional; do surgimento do “samba de andar” nos desfiles da Avenida Central, Rio Branco e Presidente Vargas; do projeto de nacionalismo da Era Vargas, quando o ritmo foi tomado como identidade nacional e intensamente difundido nas rádios.

Fazem parte deste núcleo fotografias de rodas no morro registradas por Marcel Gautherot e instrumentos do candomblé incorporados ao samba pelos músicos que transitavam pelo Estácio. Pandeiros, caxixis e agogôs estarão expostos no mesmo ambiente de obras que retratam esses encontros, como “Orquestra”, de Lasar Segall.  Aqui o visitante verá também figurinos criados por Di Cavalcanti para o balé “Carnaval das crianças brasileiras”, de Villa-Lobos.

O Samba Carioca, um patrimônio 

A transformação do samba em espetáculo e o processo de retomada das origens fazem parte do último núcleo. “O Samba Carioca, um patrimônio” retrata a tradição das escolas enquanto voz de uma comunidade que usa o samba e seus elementos para representação social; a grandiosidade dos desfiles, passando pela construção do sambódromo; o avanço do mercado fonográfico e a relação com a produção das composições: os ritmos que derivam do samba; a reafricanização; a retomada dos quintais do samba; a revitalização da Lapa e a oficialização do samba como patrimônio cultural imaterial.

Joãosinho Trinta ganha destaque com fotografias de Valtemir do Valle Miranda, especialmente uma imagem inédita da alegoria Cristo-Mendigo sem o plástico que a cobriu durante o desfile da Beija-flor, em 1989. Nesse contexto, também aparece a homenagem a Martinho da Vila e ao desfile “Kizomba, festa da raça”, que em 1988 rendeu à Vila Isabel o título de campeã do carnaval dos Cem Anos da Abolição da escravatura no Brasil.

A evolução da indústria fonográfica será representada por uma espécie de árvore do samba. Uma parede da galeria será ocupada por 70 capas de discos raros e fotografias que se relacionam com a produção desse material. Aqui, finalmente, os compositores ganham voz e gravam canções, que poderão também ser ouvidas pelo visitante em uma playlist. A exposição termina com o retorno das rodas para os quintais. O processo social de ressurgimento e fortalecimento das rodas de samba, o surgimento do Fundo de Quintal, a criação do pagode e a ocupação da Lapa, como novo reduto do samba e revelando cantoras como Teresa Cristina e Ana Costa. Finalmente, o ritmo como patrimônio cultural imaterial aparece para mostrar o samba como condição de vida para além do carnaval. Esses indivíduos são representados em uma série fotográfica de Bruno Veiga e em um filme inédito do cineasta Lula Buarque, produzido especialmente para ser exibido em “O Rio do Samba: reinvenção e resistência”.

Curadoria: Nei Lopes, Evandro Salles, Clarissa Diniz e Marcelo Campos.

Lançamento do Relatório de Gestão 2017

De Instituto Odeon em 11 de abril de 2018


Conheça o Relatório de Gestão 2017 do Instituto Odeon, entidade gestora do MAR e do Theatro Municipal de São Paulo!

Essa publicação cumpre o compromisso do Instituto Odeon com a transparência e tem o objetivo de partilhar com a sociedade as nossas experiências e informações. É por acreditarmos que os encontros e o diálogo são transformadores, que nos ocupamos diuturnamente da compilação dos dados dos projetos que gerimos, da sistematização dos nossos processos e da publicização do que produzimos. Boa leitura!

Clique aqui para baixar!

Estreia Balé da Cidade no Theatro Municipal

De Instituto Odeon em 27 de março de 2018


Em 2018, a temporada do Balé da Cidade começou com um programa inspirado em um dos maiores artistas do nosso país, Caetano Veloso.

As músicas de Caetano, tantas vezes interpretadas por grandes artistas, agora ganham uma representação na dança. “Um Jeito de Corpo – Balé da Cidade Dança Caetano” estreou no dia 15 de março, no Theatro Municipal de São Paulo.

O espetáculo é assinado pela coreógrafa Morena Nascimento, com direção musical do músico e historiador Cacá Machado, figurinos de Isadora Gallas, cenografia de Marcel Kaskeline, iluminação de Aline Santini, Visagismo de Luiz Parisi, dramaturgia de Vadim Nikitin e consultoria de José Miguel Wisnik.

Na plateia, presenças ilustres prestigiaram a estreia, que foi também  destaque na coluna de Monica Bergamo (Folha de S. Paulo).

Destaque inclusive, para o Diretor Presidente do Instituto Odeon, Carlos Gradim.

Visita do Ministro da Cultura Argentina no Museu de Arte do Rio – MAR

De Instituto Odeon em 13 de março de 2018


Na última sexta-feira, 9 de março, o ministro da Cultura da Argentina, Pablo Avelluto,
esteve no Museu de Arte do Rio – MAR para conhecer a experiência do Instituto Odeon na
gestão de equipamentos culturais públicos. Avelluto visitou o MAR a convite do seu par
brasileiro, ministro Sérgio Sá Leitão, que também participou do encontro.
O diretor-presidente do Instituto Odeon, Carlos Gradim, comandou a reunião de trabalho, que
contou ainda com a presença de outras autoridades argentinas: o secretário de Patrimônio
Cultural, Marcelo Panozzo, o subsecretário de Cultura Cidadã, Nicolás Roibas, e a cônsul-geral
adjunta da República Argentina no Rio de Janeiro, Florencia Riberos.

A diretora de Projetos e Conformidades do Odeon, Ana Carolina Lara, apresentou aos
convidados as diretrizes e os resultados da gestão do MAR, primeiro equipamento cultural do
município do Rio gerido por uma Organização Social. O modelo de gestão prima pela agilidade
dos processos, transparência e eficiência, contribuindo para a sustentabilidade e longevidade
das transformações culturais trazidas pelo MAR.

Ao fim da reunião, o ministro argentino falou sobre a visita: “Queremos comparar a
organização da política de cultura pública do Brasil com a que temos na Argentina. Estamos
aprendendo, conversando e estudando nossas diferenças para ter mais ferramentas para a
nossa gestão. Estamos muito felizes com o que conhecemos sobre a gestão do museu com o
Instituto Odeon”.

 

O Instituto Odeon é o novo gestor do Theatro Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em 2 de setembro de 2017


Após vencer o processo de concorrência para escolha da organização social da sociedade civil responsável pela gestão do Theatro Municipal de São Paulo, o Instituto Odeon assinou em 1º de setembro de 2017 o termo de colaboração junto à Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.

A experiência do Instituto Odeon será aplicada para gestão do corpo artístico formado pela  Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Coro Lírico Municipal de São Paulo, Balé da Cidade de São Paulo, Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, Coral Paulistano Mário de Andrade e Orquestra Experimental de Repertório e pelos espaços Theatro Municipal, Central Técnica do Theatro Municipal e Praça das Artes.

A vigência do termo de colaboração é de 1º de setembro de 2017 a 31 de dezembro de 2021. Todos os artistas integrantes dos corpos artísticos, inclusive maestros, regentes e diretor artístico do Balé da Cidade, e alguns colaboradores de setores técnicos e administrativos estão passando pelo processo de sucessão trabalhista para a composição da equipe do Instituto Odeon no Theatro Municipal. O processo de transição está sendo conduzido pela diretoria do Instituto Odeon com o apoio de profissionais associados.

Esse novo desafio é resultado da gestão eficiente e responsável do Instituto Odeon no Museu de Arte do Rio – MAR, consultorias e outras realizações na área da cultura há 20 anos. O Instituto reafirma seus valores, que serão mais uma vez espelhados em todas as ações:

– Gestão transparente e participativa.

– Transgressão nas conexões entre arte e educação.

– Qualidade no emprego de recursos públicos e privados.

– Perenidade dos equipamentos culturais.

– Pertencimento entre usuários, fornecedores, financiadores, colaborados e gestores.

– Alteridade, integridade e responsabilidade nas ações.

O Instituto Odeon trabalhará em parceria com a Prefeitura de São Paulo, por meio de sua Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Theatro Municipal de São Paulo em busca de realizações profícuas para a cidade de São Paulo.

Termo de Colaboração Assinado – 01092017

pic: Ricardo Kleine